
BEM VINDOS
sentimos ou recebemos.São pedaços de vida e sentimentos recolhidos aqui e ali.
Este Blog não tem outras pretensões, senão partilhar textos, mensagens, músicas e poemas com quem acessá-lo.
São meus, são seus e de todos dispostos a partilhá-los.Sinta-se à vontade se quiser comentar, a casa é sua.
Luz e Paz Profunda! Eliana Maria
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sexta-feira, julho 23, 2010
quinta-feira, julho 22, 2010
CAMPANHA DE UTILIDADE PÚBLICA

segunda-feira, julho 19, 2010
NEOFASCISMO: ONDE ESTÁ O PODER JUDICIÁRIO?

Neofascismo: Onde está o Poder Judiciário?
Dr. Édison Freitas de Siqueira
sábado, julho 10, 2010
QUEM É INCAPAZ DE DIZER O QUE PENSA, NÃO SABE PENSAR. E NEM PODE GOVERNAR UM PAÍS.
diz Dilma Rousseff nos primeiros segundos do discurso que abriu oficialmente a campanha em São Paulo. “A poucos metros daqui São Paulo cumeçô. E num cumeçô em torno de um lugar qualquer, cumeçô em torno de um colégio”.
Na continuação do falatório, a oradora aprendiz vai criticar o governo José Serra
“porque trata mal os professores”.
Pela expressão longinqua, nem notou que acabou de assassinar o sistema de ensino.
“Podia estarmos”, disse Dilma.
Parece mentira, mas é isso mesmo. Ao internar no Sanatório Geral a fala da sucessora que
Lula inventou, o jornalista Celso Arnaldo foi direto ao ponto:
“É construção para ser embargada até por um fiscal analfabeto e entra, imediatamente, para a galeria dos piores momentos da pior candidata da história da República”.
É coisa suficientemente desastrosa para que Dilma seja interditada por todos os eleitores
que não perderam de vez o juízo, acrescento.
O cérebro não é dividido em compartimentos estanques.
Quem é incapaz de dizer o que pensa não sabe pensar. E quem não tem a cabeça em ordem não pode governar um país.
O doutorado que não houve, hoje, é uma questão irrelevante.
Para quem não é idiota por destino ou opção, está claro que Dilma Rousseff, se o sistema educacional funcionasse, não teria completado o curso secundário. Não teria diplomas a pendurar na parede. Mas se apresenta como economista formada em faculdade. De que forma se operou tal milagre?
Os diretores das escolas em que Dilma estudou se recusam a exibir à imprensa os boletins da aluna, as notas que a contemplaram, a demonstração de um teorema, mesmo uma composição à vista de uma gravura. Tal comportamento não depõe a favor da aluna.
Por que alguém ocultaria a prova de que participou da formação escolar da superxecutiva nascida para aperfeiçoar o Brasil reconstruído por Lula? Pois tratemos de obter por conta própria o que os cúmplices escondem.
Os leitores e comentaristas da coluna, sobretudo os integrantes do poderoso batalhão
acantonado em Minas Gerais, devem transformar-se imediatamente em repórteres
incumbidos da reconstituição da misteriosa trajetória da estudante. Fontes é que não faltam. Não são poucos os ex-professores, ex-colegas de turma ou companheiros de festa de formatura dispostos a contar a verdade. Que sejam todos confrontados, por exemplo, com dois atentados recentes promovidos pela mulher que ameaça virar presidente do Brasil.
Primeiro: “Os meus adversários, principalmente o adversário, eles sistematicamente erram. Fizeram coisas assim que… Por exemplo… Eu não vou dar exemplo porque não é da minha responsabilidade falar sobre ele”. O que quis dizer a declarante?
Segunda: “Eu não olhei porque achei que era aquele programa não achei que iam colocar outro programa”. De novo: o que quis dizer a declarante?
Os que fazem cara de paisagem quando ouvem coisas assim, diria a própria Dilma, “não podia serem” mais idiotas.
Ou mais espertamente míopes. Ou mais criminosamente cínicos.
*Augusto Nunes*
terça-feira, junho 29, 2010
sexta-feira, junho 11, 2010
Os enigmas da Adição
Os enigmas da adição
"Qualquer adição a drogas, para ser superada, exige um esforço sobre-humano, às vezes pelo resto da vida"
Já escrevi sobre esse assunto. Escreverei mais vezes. Observadores, vítimas ou especialistas nesse humano drama, rodeiam na ponta dos pés o enigma de tanto sofrimento. Os viciados em qualquer droga (incluo aí a droga lícita chamada álcool), suas famílias, testemunhas da dor e decadência de pessoas amadas, as vítimas de violência no trânsito ou em casa, todos são matéria de reflexão e perplexidade. Livros, seminários, teses e teorias em abundância são elaborados em cima da primeira pergunta: por que nos drogamos? E a outra grande indagação: como nos salvamos – se nos salvamos – e por que isso é tão difícil?
Nem para uma questão nem para a outra há muita explicação ou lógica. Não é errado dizer que nos drogamos para anestesiar angústia, tristeza e frustração; por onipotência juvenil, do tipo "eu sei me cuidar"; por achar que ficamos mais fortes, mais falantes, mais interessantes. A droga cega para os fatos reais, pois bêbados ou impregnados de outra substância somos importunos, chatos, patéticos. Mas não é só isso: existe um componente imponderável, que chamo voz do vórtice sombrio embaixo dessa escada da vida que tantas vezes subimos pelo lado que desce – ele chama para a autodestruição sem freios. A razão de qualquer vício não está na superfície, não é visível. Muitas vezes mesmo para o mais dedicado terapeuta permanece um enigma, que nem o viciado entende.
Uma vez instalada a adição, o amor da família ou pela família, a ruína financeira, vergonha ou isolamento, pouco adiantam: foi-se o instinto de sobrevivência, último a nos abandonar. Algumas drogas, como o crack (objeto de excelentes campanhas), viciam quase imediatamente. Outras, como o álcool, gozam de criminosa tolerância numa cultura que acha graça dos seus efeitos, ignora seus males e considera natural a propaganda de bebidas, às vezes ligada a esporte ou esportistas. Drogas sintéticas, agora em voga, poriam fim ao poder do traficante, o que não creio. Somos uma geração medicada: remédio para animar, para acalmar, para transar, para sofrer menos, para não sofrer. Para não pensar, talvez: observem mulheres de qualquer classe e idade com aquele típico olhar vazio da "medicada".
Há quem veja no inocente ritual familiar uma das raízes da tragédia: todo mundo bebe, todo mundo brinda; vinho com água para crianças, champanhe na chupeta do que acaba de ser batizado. Não é tão simples assim. Para os mais ignorantes, o primeiro porre na adolescência é um passo iniciático; um pai divide o cigarrinho de maconha com o filho, achando-se liberal; a mãe finge ignorar os olhos injetados, o fracasso na escola. Nem todos entendem que adição, seja de que substância for, não é falta de vergonha ou caráter: é doença grave e sem cura, embora passível de controle. Isso provoca hostilidade, incompreensão e afastamento na família. Além do mais, a maioria dos que bebem ou usam drogas (exceto o crack, que cria dependência quase de imediato) não se vicia, o que torna a questão mais complexa ainda: por que uns sim e outros não?
E como nos salvamos? Qualquer adição, para ser superada, exige um esforço sobre-humano, às vezes pelo resto da existência. A família nem sempre consegue ajudar: o viciado torna-se um estranho, os envolvidos se afastam. Grupos de alcoólicos anônimos e outros são os mais bem-sucedidos, acompanhados de remédios, terapias, quando necessário um período de internação. O medo da morte pode despertar (nem sempre) para a crua realidade; algum novo relacionamento serve de alavanca, se deixar claro: com vício, nada feito.
Os casos de vitória sobre a adição são heroicos; inspiram respeito e admiração; provam que a vida pode superar a morte. Nessa tumultuada arena, a vontade de sair do inferno, o arcaico desejo de sobrevivência, de significado, respeito e reconstrução, às vezes vencem. Ilumina-se o que parecia uma noite definitiva: alguém com alguma ajuda conseguiu abrir a pesada porta para fora dessa prisão, sinal de que outros podem fazer o mesmo.
Lya Luft é escritora
sexta-feira, maio 28, 2010
Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher
terça-feira, maio 11, 2010
LEVAR O AMOR...

Levar o amor
Que eu leve o amor... A mim, em primeiro lugar.
Que eu leve o amor para dentro de mim e que todo auto-ódio se converta em chance, em nova chance.
Que eu me dê novas chances... De amar de novo, de acertar de novo, de dar ao menos um pequeno passo adiante, afastando-me da estagnação.
Onde houver ódio em mim, que eu leve o amor; não esse amor de plástico, disfarçado de complacência, que mais me engana do que me enobrece.
Que seja um amor maduro, que proclama seguro: Eu sei quem sou! Eu sei quem quero ser!
* * *
Que eu leve o amor... À minha família.
Onde houver ódio em minha família, que eu leve o amor...
Que eu seja a luz, mesmo que pequenina, a iluminar a escuridão dos dias difíceis em meu lar.
Que eu leve o amor aos que sofrem em silêncio e não querem falar de suas mazelas. Que minhas preces e meu sorriso os guarde em paz...
Que eu leve o amor quando seja ofendido, maltratado, menosprezado, esquecido. Que eu lembre de oferecer a outra face do ensino do Cristo.
Que eu leve o amor quando meus filhos sejam ingratos. Que minha ternura não seque tão facilmente.
Que eu leve o amor quando meus pais não me compreendam e não sejam os pais que gostaria de ter.
Que minha compreensão desperte de seu sono e perceba que eles buscam acertar, que buscam dar o melhor de si, embora nem sempre tenham êxito.
São os pais que preciso. São os pais que me amam.
Que eu leve o amor quando o romance esfriar e algumas farpas de gelo me ferirem o coração.
São os espinhos da convivência. não precisam se transformar em ódio se o amor assim desejar.
Que eu leve o amor... Aos meus inimigos.
Que eu leve o amor mesmo a quem não me tem amor.
Que eu respeite. Que eu compreenda. Que eu não me entregue ao ódio tão facilmente.
Que eu leve o amor aos que me querem mal, evitando aumentar seu ódio com meu revide, com minha altivez.
Que ore por eles. Que lhes peça perdão em prece, mesmo muitas vezes não recordando dos equívocos que macularam seus corações.
Que lhes mostre que ontem errei, mas que hoje estou diferente, renovado, disposto a reconstruir o que destruí.
Que eu leve o amor... A minha sociedade.
Que eu leve o amor aos que não conheço, mas que fazem parte de meu mundo.
Que eu aprenda a chamá-los todos de irmãos...
Que eu leve o amor ao mundo, perfumando a Terra com bons pensamentos, com otimismo, com alegria.
Que eu leve o amor aos viciados em más notícias, aos pessimistas, aos que já se entregaram à derrota.
Que meu amor os faça ver a beleza da vida, das Leis de Deus, do mundo em progresso gerido por Leis de amor maior.
Que eu leve o amor aos carentes, do corpo e da alma. Que meu sorriso seja a lembrança de que ainda há tempo para mudar, para transformar.
Sou agente transformador. Sou agente iluminador. Sou instrumento da paz no mundo.
Que eu leve o amor...
Redação do Momento Espírita.
Em 10.05.2010
OUTRA VEZ
| Folha de S. Paulo |
| Outra vez |
| Benjamin Steinbruch |
| Os leitores são testemunhas de que raramente faço citações de empresas que dirijo nesta página. Considero que a Folha abre este espaço para a discussão de grandes temas nacionais. Mas, excepcionalmente, peço licença para uma citação, porque ela tem a ver com uma das questões mais relevantes do momento brasileiro. |
segunda-feira, abril 26, 2010
PIB E CARGA TRIBUTÁRIA - BRASIL 2009
Com a revisão do PIB pelo IBGE, Carga Tributária Brasileira de 2009 correspondeu a 35,02% do PIB;
- Apesar da crise financeira internacional e das desonerações federais, queda foi somente de 0,14 ponto percentual ( a última queda foi em 2003);
- Apesar da queda, houve crescimento nominal da arrecadação tributária de R$ 36,01 bilhões, correspondendo a 3,41% de aumento;
- Em 2009 foram arrecadados R$ 1,09 trilhão (no mesmo período de 2008 o total foi de R$ 1,05 trilhão);
- Arrecadação Federal teve crescimento nominal de R$ 20,19 bilhões (2,73%);
- Arrecadação dos Estados apresentou crescimento nominal de R$ 12,61 bilhões (4,67%);
- Tributos municipais cresceram 6,84% em termos nominais (R$ 3,21 bilhões);
- Arrecadação diária de impostos, taxas e contribuições foi de R$ 2,99 bilhões;
- A arrecadação tributária por segundo foi de R$ 34.647,93;
- Cada brasileiro pagou R$ 5.706,36 de tributos em 2009, contra R$ 5.572,66 do ano anterior;
- A Carga Tributária Per Capita do período cresceu 2,40% (nominal), ou seja cada brasileiro pagou R$ 133,70 a mais de tributos ante 2008;
- Tributos federais representam 69,54% do total arrecadado, enquanto que os tributos estaduais representam 25,88% e os municipais 4,58%;
- A região sudeste responde por 64,13% do total da arrecadação tributária brasileira, seguida pela região sul com 13,47%, da região centro-oeste com 10,06%, da região nordeste com 9,09% e da região norte com 3,26% do total;
- São Paulo é o estado de maior arrecadação tributária, com 39,73% do total. Já Roraima é o estado que tem a menor arrecadação, com 0,09% do total;
- A maior arrecadação per capita/ano é obtida no Distrito Federal, com R$ 26.028,74 por habitante e a menor no estado do Maranhão com R$ 1.103,23 por habitante.
Fonte: IBPT
domingo, abril 18, 2010
MST E DILMA... Nada mais espanta nesse País
"Abril vermelho" de José Rainha contém apelo pró Dilma
18/04/2010 17:48 Agência Estado
O líder do Movimento dos Sem-Terra da Base (MST da Base), José Rainha Júnior, mandou instalar bandeiras de apoio à pré-candidata do PT à presidência, Dilma Rousseff, nos acampamentos instalados no Pontal do Paranapanema e Alta Paulista, no oeste do estado de São Paulo. De acordo com Rainha, é a contribuição do movimento para o "abril vermelho", a jornada de lutas do MST nacional.
"Acreditamos que a ex-ministra Dilma é a candidata que tem condições de ajudar a reforma agrária", disse. Seria também, segundo o líder, uma forma de homenagear os 19 sem-terra que tombaram em Eldorado dos Carajás, numa ação da Polícia Militar, em 1996. "A história de cada um daqueles militantes é a história da nossa candidata Dilma, quando enfrentou a ditadura militar", disse Rainha.
As bandeiras com os dizeres "Nós Votamos Dilma presidente" está em mais de 20 acampamentos e assentamentos liderados por Rainha.
CORITIBA - CAMPEÃO DO PARANÁ - 2010

quarta-feira, março 31, 2010
segunda-feira, março 15, 2010
A um passo do Socialismo? ou da Venezuela?
O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, criou hoje (12) Comissão Especial para acompanhar os projetos do governo federal (PLs 5080, 5081 e 5082, de 2009, e PLC 469/2009), que criam um sistema de execução fiscal e tributária operado exclusivamente pelo Poder Executivo, que passaria a ter superpoderes nessa área, sem se submeter a qualquer apreciação do Poder Judiciário. A comissão será presidida pela secretária-geral adjunta do Conselho Federal da OAB, Márcia Machado Melaré,
e integrada pelos advogados Antonio Carlos Rodrigues do Amaral, Fernando Facury Scaff, Hércules Saraiva do Amaral, Luiz Cláudio Silva Allemand e Ulisses César Martins de Souza - sendo os três últimos conselheiros federais da OAB.
Os projetos do governo que serão alvo de acompanhamento da Comissão Especial foram apresentados na última terça-feira (09) pelo chefe da Advocacia Geral da União (AGU), Luis Inácio Adams, ao Conselho Federal da OAB, ocasião em que receberam muitas críticas e manifestações contrárias. Na avaliação de conselheiros, as propostas dão poderes demasiados ao Fisco, diminuem substancialmente as competências do Judiciário e violam direitos constitucionais. Além de tecer duras críticas e ressalvas aos projetos em seu voto - entre as quais, de que permitem ao Estado poder de fazer justiça com as próprias mãos -, a secretária-geral adjunta Márcia Melaré, designada relatora das propostas no Conselho Federal da OAB, sugeriu também que fosse criada a Comissão Especial para seu acompanhamento e avaliação.
Fonte: Notícias OAB em 15/03/2010
sexta-feira, março 12, 2010
QUEM DÁ MAIS?
Li uma frase ótima de Albert Einstein:
dentro do coração do homem. Se eu soubesse disso antes, teria me tornado relojoeiro."
Refletindo sobre a frase me lembrei que nos anos 80 Michael Jackson liderou uma campanha memorável chamada "We Are The World", para combater a fome na África. Quem não se lembra? A principal peça da campanha era a música homônima, gravada por dezenas de astros da música e registrada num vídeoclipe antológico. O disco com a canção vendeu até hoje mais de 20 milhões de cópias e levantou cerca de 63 milhões de dólares em fundos. Foi uma ação muito bonita, comovente até, mostrando como os formadores de opinião podem - a um custo pessoal muito baixo - ajudar a mudar a realidade.
Comprei recentemente o DVD comemorativo dos 25 anos daquela gravação. Uma delícia. Nos extras, um documentário acompanha alguns artistas numa visita a um campo de refugiados na África, durante a entrega dos alimentos. O cenário é desolador, as imagens fortes e o alívio da chegada dos alimentos, emocionante. Foi quase uma mobilização de guerra.
Lá pelas tantas, desolado, o músico Harry Belafonte faz uma declaração impactante. Ele diz sentir-se impotente diante da certeza de que o dinheiro levantado jamais chegaria até os necessitados. Não havia caminhões, estradas, gente nem estrutura para distribuir as doações. Além disso, brigas políticas e bandidos desviavam o pouco que chegava. Para ele, todo o esforço tinha pouco ou nenhum resultado.
Os bem intencionados artistas não contavam com os problemas de logística. Para eles, o importante era levantar dinheiro e alimentos. Também não contavam com a engenhosidade do homem para roubar, enganar, oprimir e mentir.
E os africanos continuam morrendo de fome.
Essa história levanta uma lebre interessante: o problema do mundo não é falta de alimentos. Nem falta de dinheiro. Nem é logístico. A recente tragédia do Haiti mostrou como podemos nos mobilizar para ajudar os necessitados em qualquer parte do planeta. No Haiti não faltam dinheiro, nem gente e nem alimentos. Nem mesmo estrutura. O problema é outro.
Como está implícito na frase de Albert Einstein, o gênio humano é fascinante. A tecnologia que ele cria é capaz de mobilizar o mundo, de curar doenças, de ampliar a produção de alimentos, de baratear a energia, de conectar as pessoas, de quebrar um átomo. Mas esse gênio não tem moral. Está a serviço da construção e da destruição, com a mesma facilidade.
Mas cabe aqui um pedido: por favor, resista à tentação de me escrever com aquela lengalenga anticapitalista, o discurso raso que coloca a culpa desse "monetarismo", no "capital" e por tabela nos Estados Unidos, o grande monstro adorador de dinheiro e devorador de almas.
Se você ainda não percebeu, assim como o gênio capitalista, o carnavalesco e o futebolista, o gênio comunista, o socialista, o gramcista, o castrista e o petista também se entrega a quem pagar mais.
O gênio humano não tem ideologia. Entrega-se a quem pagar melhor.
Luciano Pires
http://www.lucianopires.com.br/idealbb/view.asp?topicID=13006&pageNo=1&num=20
ISCAS INTELECTUAIS
As Iscas Intelectuais, publicadas em http://www.lucianopires.com.br, são o "fitness intelectual" que vai ajudar a manter sua mente em forma.
sexta-feira, março 05, 2010
Diga ao povo que "Fico"
Lula afirma que pode ajudar mais a Dilma ficando na Presidência.
"Achar que eu me afastando posso ajudar mais um candidato do que estando na Presidência seria diminuir o mandato. Se fosse assim, quem não tivesse mandato teria mais força política do que eu que tenho."
Esta é a declaração de Lula. Clara. Límpida. Direta.
No fígado. Ele tem a força. A chave do cofre. O poder de pressão.
Enfim, a faca e o queijo na mão.
A faca para botar no peito de quem bem entender, o queijo para
alimentar os ratos que o cercam.
Postado no Blog COTURNO NOTURNO
http://coturnonoturno.blogspot.com/
do CORONEL
quinta-feira, março 04, 2010
MULTIPLICAR, DIVIDINDO.

É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações
Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar,
quinta-feira, fevereiro 25, 2010
REDUÇÃO DE HORAS SEMANAIS
de outros países. Sindicatos amparados pelo governo, leis trabalhistas com encargos absurdamente
pesados ( sem retorno eficiente nem para empresas, nem para trabalhadores ); engessam grande parte
das pequenas e médias empresas... Acorda Brasil !!!
24/02/2010
Empresários voltam a se mobilizar contra jornada menorPEC que diminui
de 44 horas para 40 horas semanais a carga de trabalho deve ser votada neste ano.
Representantes empresariais, entre eles, o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI),
Armando Monteiro Neto, vão novamente nesta terça-feira (23) a Brasília, na tentativa de barrar a
diminuição da jornada de trabalho.
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê diminuição da cara de 40 horas para 44 horas
semanais e eleva o preço da hora extra deve ser votada neste ano.
De um lado, CNI e empresariado argumentam que a ideia elevará os custos corporativos em uma conjuntura na qual indústria e emprego ainda estão em recuperação. Os representantes propõem, ainda, que a redução seja negociada entre companhias a trabalhadores, caso a caso.
Na outra ponta, parlamentares e sindicalistas opinam que a medida estimulará a criação de empregos e, consequentemente, o consumo das famílias – ativando a economia como um todo e revertendo em lucro para a iniciativa privada.
Em reunião no início deste mês com o presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB-SP), foi apresentada uma proposta intermediária. Ela diminuiria a jornada gradualmente, a um ponto percentual por ano, até o máximo de 42 horas, mantendo inalterado o valor da hora extra e criando-se uma compensação tributária pela jornada menor. O grupo liderado pela CNI não aceitou.
Fonte: Financial Web
DEDUÇÃO COM DESPESA EDUCACIONAL DE MENOR APADRINHADO
A matéria segue para a CAE, em decisão terminativa.
Por: Elina Rodrigues Pozzebom
Os gastos com a educação de crianças e adolescentes apadrinhados, feitos por meio de doação
a instituições assistenciais de utilidade pública, poderão ser descontados do Imposto de Renda de Pessoa Física. É o que diz o projeto de Lei do Senado (PLS) 378/09, aprovado pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) na reunião desta quarta-feira (24).
A intenção do autor, senador Jefferson Praia (PDT-AM), é estimular o apadrinhamento ou adoção
à distância de jovens carentes, na avaliação dele uma importante forma de solidariedade social. Atualmente, apenas os gastos com a educação de crianças e adolescentes carentes dos quais o contribuinte detenha a guarda podem ser deduzidos. A matéria ainda precisa de análise das comissões de Educação, Cultura e Esporte (CE) e de Assuntos Econômicos (CAE) - nesta última, em decisão terminativa.
Os senadores também aprovaram o substitutivo da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) ao PLS 46/09, do senador Flávio Arns (PSDB-PR), que concede à pessoa com deficiência incapacitada para o trabalho a isenção do Imposto de Renda sobre proventos de aposentadoria ou reforma. A proposta também inclui a fibrose cística na relação de moléstias cujo acometido faz jus ao desconto do IR. Isso já ocorre na prática, mas o intuito da matéria é "reunir em um só dispositivo todas as doenças e agravos à saúde a cujos portadores concede-se isenção". A matéria segue para a CAE, em decisão terminativa.
Fonte: Agência Senado
quarta-feira, fevereiro 24, 2010
SOLIDARIEDARTE
segunda-feira, fevereiro 08, 2010
sexta-feira, fevereiro 05, 2010
Problema brasileiro não dá ibope...

trezentos e cinquenta e cinco milhões para o povo do Haiti,
Tarcisio Martins Matinhos - PR (05.02.2010)
quinta-feira, fevereiro 04, 2010
Carli e a Nossa Hipocrisia
Por Rogério Galindo
Para mim, não há dúvida: o caso Carli é o julgamento do ano no Paraná.
Mais do que isso: é um dos fatos políticos mais importantes da história recente do estado.
É o fato que nos fará ter uma ou outra opinião sobre os nossos poderes daqui por diante,
e por um bom tempo. E me explico em seguida.
Tivemos muitos julgamentos de políticos em tempos recentes.
Gente acabou tirada de cargos importantes, casos de caixa dois explícitos foram arquivados, alguns foram punidos criminalmente. Mas nada se compara ao caso Carli.
É que no caso atual o político em questão (ou ex-político, ao que tudo indica) está sendo julgado por um crime comum. Mais do que isso: por um crime que poderia ter sido cometido por qualquer um de nós.
Para matar alguém no trânsito não é preciso ter acesso a verbas públicas, não é preciso ter lugar na Assembleia Legislativa, não é necessário ter poder de lobby junto às autoridades.
Basta ter um carro. Basta não respeitar a lei. Basta não ser cuidadoso. Basta um momento de irresposabilidade.
Quando vemos um político sendo julgado por desvio de verba, mensalão ou fraude, ficamos indignados e gritamos. Mas não sabemos se estamos sendo totalmente sinceros. Quantos, do outro lado da linha, não fariam o mesmo?
Agora, não. O que ele fez, muita gente faz. Quantos não passam nos semáforos fechados, achando isso uma infração menor? Quantos não acham a restrição de velocidade nas ruas uma "bobagem" e decidem por conta própria ultrapassar esse limite?
Carli está sendo julgado por algo que nossos amigos e conhecidos fazem, quando não nós mesmos. É bom que estejamos indignados, mas melhor ainda é que alguém decida botar a mão na consciência e ver que é preciso que a gente, eu e você, não faça o mesmo.
Não é o que parece acontecer. Assim que a Justiça cancelou o contrato entre a prefeitura e a Consilux (um julgamento daqueles que nos indignam por se tratar de um erro "deles") mais de 10 mil pessoas num único dia passaram acima da velocidade pelos pontos onde os radares foram desligados.
Esqueceram o que aconteceu no caso Carli? Acham que, por não serem políticos, seu crime de ultrapassar a velocidade é menor? Acham que se garantem, que a lei não é para gente esperta como eles?
O fato é que desrespeitaram a lei em benefício próprio. Exatamente como parecem fazer diariamente nossos mandatários.
Não somos diferentes deles. E é por acharmos que esses "pequenos desvios" são aceitáveis que acabamos aceitando os grandes. E reelegendo quem muitas vezes não merecia. Perdoamos seus erros porque perdoamos os nossos.
Está na hora de acabar com isso.
Que o julgamento do Carli nos lembre disso.
(Matéria de: Rogério Galindo - Gazeta do Povo - 04.02.2010 - http://www.gazetadopovo.com.br/blog/caixazero/?id=970546 )
quinta-feira, janeiro 14, 2010
ELA ERA UMA SÓ. MAS SALVOU MILHARES.

Uma frase famosa do Talmude diz: “aquele que salva uma vida salva o mundo inteiro”.
Isso serve para quase todos nós. Mas, a cada tempo, aparece alguém que desmente a regra.
É difícil, quando a gente vê alguém assim, imaginar que se trata de alguém comum, que poderia, muito bem, estar preso aos próprios problemas, como nós.
Mas Zilda Arns fez tudo isso. Sem estar no governo. Sem ter sido designada por ninguém. Sem ter nascido com milhões nas mãos. Simplesmente foi e fez. Claro, não fez sozinha. Mas essa foi justamente a beleza de seu trabalho. Mobilizou milhares em torno de um mesmo objetivo, de um mesmo sonho. Comandou, da fragilidade de um só corpo, uma nação inteira de voluntárias dispostas a salvar nossas crianças.
Seu esforço mudou o país. E correu o mundo. A Pastoral da Criança, fundada por ela, tocada por ela durante mais de 25 anos, se tornou um símbolo daquilo que nós, cidadãos comuns, podemos fazer quando unidos, quando movidos por um bom ideal. E quando bem inspirados por um belo exemplo.
Era difícil acreditar que ela pudesse ser humana. Que ela fosse só uma de nós. Até, talvez, não quiséssemos acreditar nisso. Por que, se fosse, deveríamos estar todos seguindo seu exemplo, fazendo algo, salvando vidas, ao invés de nos conformarmos com nossos objetivos tão pequenos.
Sua morte, com o corpo esmagado por escombros no meio do país mais pobre das Américas, veio mostrar que, sim, ela era só uma pessoa.
Doutora Zilda trabalhou muito.
sexta-feira, janeiro 08, 2010
ELVIS - O ETERNO REI

Em filmes da Disney, em camisetas nas ruas, em jingles na televisão e em citações infindas,ele está presente. Elvis reina absoluto no século XXI, após quase trinta anos de sua morte.Tanto talento aliado a tanta ingenuidade, tanto respeito em contraponto a tanta ousadia.Tanto amor pela família e tantos excessos. Tanta música, tanta beleza.

"Quando não se está apaixonado, não se está vivo."
"A imagem é uma coisa o ser humano é outra. É difícil manter uma imagem"
"Eu acho que a coisa mais importante na vida de uma pessoa é felicidade.
Não coisas materiais como carro, dinheiro, casa, você pode ter tudo.
Se você não for feliz, o que você tem?
Então eu acho que se eu puder apenas continuar fazendo a vida das pessoas
agradável e fazer minha própria vida feliz,
então é tudo o que eu poderia esperar da vida.
"ELVIS AARON PRESLEY!!
quarta-feira, janeiro 06, 2010
CINEMA BRASILEIRO - LULA, O FILHO DO BRASIL
Extraído de:
http://www.migalhas.com.br/mig_amanhecidas.aspx
terça-feira, dezembro 15, 2009
NOVA ENTREVISTA EXCLUSIVA COM GABRIEL SATER 2009 - PARTE I
Quando eu acabei o CD Instrumental, eu já pensava neste segundo CD com canções e mais autoral. Aliás, durante as gravações do CD 01, nos poucos momentos de lazer que eu tinha, adorava tocar as novas composições que eu já sabia que seriam para este segundo CD. A partir disso comecei a pensar seriamente no repertório.
Em 2007, após o primeiro ano de lançamento do CD 01, eu tive como passar temporadas esporádicas no Pantanal e na Serra de Maracajú (MS) para recarregar as baterias e ter um tempo sozinho para compor novas músicas e arranjos. Com certeza estes lugares me ajudaram muito a trabalhar as novas melodias.
Quais os obstáculos?
O primeiro obstáculo é ter um material de qualidade para gravar um CD que valha a pena ser registrado.
O segundo é a busca de patrocínios para gravar um CD com uma boa estrutura, boa produção, bons estúdios, músicos e todos os investimentos necessários. Então, são necessários patrocinadores apoiando, e a captação disso também consome um tempo precioso.
O terceiro é a gravação das músicas, produção dos arranjos, encontrar o que funciona, achar o músico certo para cada música e estilo.
O quarto obstáculo é a mixagem que, no meu caso, sempre toma bastante tempo, pois trabalho com diversos instrumentos em cada faixa, e o resultado final de cada música é a união harmoniosa de todas essas gravações. Assim como na gravação, na mixagem a pressa é inimiga da perfeição. Neste momento procuro concentrar toda minha energia apenas nisso.
É muito diferente do CD com apenas músicas instrumentais? Como foi a preparação para isso?
Sim. O primeiro passo pra tudo foi a vontade sincera de cantar. Desde o ano de 2006 passei a cantar diariamente. Aproveitava os amigos cantores, minha tia Gisele, para aprender tudo que fosse possível sobre a ciência do canto. Em 2008/2009 comecei a ter aulas de canto com a cantora Erica Ekstein e outros profissionais, visando a preparação vocal para gravações do CD2. Após uma pausa nas aulas, por causa da finalização do CD e shows em setembro, outubro e novembro, retornarei às aulas com força total em 2010.
Qual o público visado nesse cd?
Faço música para todas as pessoas, de todas as idades, sem restrição alguma. Prova disso é a diversidade do público dos meus shows e principalmente destes shows de lançamento em novembro.
Como surgiu a idéia de cantar e como tem sido essa experiência no palco?
Quando estava gravando meu primeiro CD sentia saudade de cantar. Quando estava cansado das gravações eu adorava ficar cantando, o que me ajudou muito naquele momento. Mesmo na época em que a música era apenas um hobby na minha vida, eu adorava cantar músicas da minha terra, da minha família, clássicos da MPB, Blues (cheguei até a ter uma banda de Blues e Regional), minhas poucas composições, etc. Este foi primeiro contato prático com a música. Então, inevitavelmente, a vontade de retomar tudo isso foi gigante, ainda mais após cinco anos dedicados mais ao instrumento e à formação musical.
Este novo momento em minha carreira tem sido maravilhoso! Estou muito feliz com meu novo show e em constante aperfeiçoamento para meus fãs. A cada evento aprendo uma lição, percebo quais músicas emocionam mais o público. Estes shows de outubro e novembro de 2009 foram muito especiais.
O poeta Fernando D’ Andrea, Daniel Rondon, Paulo Simões, Denis Giovanni, Chico Teixeira, Leo Cavallini, Marcio Yoshimoto. E agora estou em busca de novos letristas, para as lindas melodias (modéstia à parte) do CD 03.
Qual a sua preferência: apenas tocar, tocar e cantar ou ambos?
Não me vejo mais apenas tocando ou apenas cantando. Gosto demais de ambos.
Você se dedica ao estudo da teoria musical tanto quanto ao estudo da prática?
A teoria musical e também todas as áreas que englobam o estudo da música são muito importantes pra qualquer músico e eu procuro sempre estudar e me atualizar. Confesso que, durante a gravação do CD, concentrei-me mais na parte prática. Mas a teoria é imprescindível, então é bom saber equilibrar.
O que o seu novo CD significa pra você, em termos de realização profissional?
Estou na fase mais feliz da minha vida profissional desde que comecei. No início de um novo ciclo. Quero aproveitar cada minuto disso. Desde 2007 já fazia shows com canções e mesmo assim muitas pessoas e contratantes de show ainda achavam que o show era apenas instrumental. Por isso foi essencial ter um novo CD com canções, para que o mercado entendesse essa minha nova etapa profissional. Agradeço demais à FUNARTE, ao PRÊMIO PRODUÇÃO PIXIGUINHA e à COMPENSADOS DRABECKI por tamanha felicidade; eles tem um papel primordial em tudo isso. Assim como ao produtor LEANDRO AGUIARI, pela dedicação e cumplicidade em todos os meus trabalhos. A qualidade deste novo CD deve-se muito a ele, que fez questão de produzir todas as gravações. Com certeza gravaremos os próximos juntos.
Como tem sido a receptividade do público ao novo CD? Qual o melhor comentário/ crítica construtiva que você já recebeu?
A receptividade é incrível, muitos emails, depoimentos na Internet, pessoas me parando na rua, até carta eu recebi. Só tenho a agradecer a Deus e meus patrocinadores por tanta alegria. Cada comentário ou crítica tem sua importância. Fiquei muito feliz quando recebi elogios de ídolos e músicos que sempre me inspiraram, assim como elogios da família e de amigos que conhecem bem meu trabalho.
As críticas mais curiosas que recebi foram das pessoas que já conheciam essas minhas composições antes de gravá-las, pois tiveram a chance de ouvir o todo o processo. Muitas se espantaram com resultado final. Tomaram um choque! (risos)
Continua...
;)
terça-feira, dezembro 08, 2009
SITE DA REVISTA VEJA - VÍDEOS DE APRESENTADORES IRRITADOS
Recentemente, o apresentador da Band José Luiz Datena colocou uma colega de emissora, a apresentadora Renata Fan, em uma saia justa ao reclamar ao vivo do atraso de seu programa. Confira outros apresentadores que se irritaram no ar.
http://veja.abril.com.br/videogalerias/apresentadores-irritados-517907.shtml
segunda-feira, dezembro 07, 2009
THRILLER
Em mais de 30 anos, já vi estande derrubado pelo vento, bêbado fazendo escândalo, hotel com falta de luz, comida estragada, músico que não aparece, garçom mal educado, equipamento queimado no momento da palestra e o que mais você puder imaginar.
Mas a pior coisa que pode acontecer num evento é a morte de um convidado. Isso não tem conserto.
E naquele evento ao qual compareci como palestrante, o tal participante morreu afogado. A notícia caiu como uma bomba! O clima ficou péssimo, um silêncio pesado permaneceu no ar por horas, enquanto assistíamos aos procedimentos necessários para a retirada do cadáver.
Mais tarde, conversando com outros experientes organizadores de eventos, todos foram unânimes sobre a providência mais importante quando uma tragédia como essa acontece.
Constatada a morte, livre-se do cadáver o mais rápido e discretamente possível.
Ninguém lida com a morte "naturalmente" embora ela seja - como o nascimento - a mais natural manifestação da vida. A presença do cadáver lembra a todos que a qualquer momento chega nossa hora, que somos quase nada.
Marketing nenhum é páreo para a morte.
Por isso o cadáver da convenção transforma-se num morto-vivo. E mata o evento.
Lembrei-me dessa história quando assisti aos vídeos do escândalo do mensalão de Brasília.
Nenhuma novidade, não é? Mais uma vez bandido dedurando bandido, apenas para reforçar o que já sabemos: a lama invadiu todos os cômodos do condomínio Brasil.
No circo onde mensaleiro dá lição de moral em mensaleiro, a função é para uma platéia de palhaços. Não existem anjos nessa história, só demônios.
José Roberto Arruda era uma estrela do DEM, abatida no "timing" exat às vésperas da montagem da chapa oposicionista que concorrerá à presidência em 2010.
Mesmo que prove inocência, Arruda está politicamente morto.
É o cadáver na sala que, fosse o DEM profissional como os organizadores de eventos, teria sido retirado imediatamente do raio de visão das pessoas.
Mas não. O defunto continua vivo.
Arruda e seus mensaleiros dançam diante de nós como num videoclipe famoso, arrastando para o túmulo as esperanças da oposição.
Amadores!
Luciano Pires
terça-feira, novembro 24, 2009
AGORA É PARA VALER
Maria Lucia Victor Barbosa
23/11/2009
Lula da Silva é saudado internacionalmente como um homem da “esquerda herbívora”, um moderado, um conciliador. Sempre fazendo piadas, usando metáforas futebolísticas, falando bobagem, bem-humorado é como se o presidente fosse o estereótipo do brasileiro, o “homem cordial” de que falou Sérgio Buarque de Holanda.
Para ser mais amado lá fora só faltava Lula ser carioca e não pernambucano aclimatado em São Paulo, porque estrangeiros são loucos pelo Rio de Janeiro de praias paradisíacas cheias de mulheres quase nuas, de povo feito de sol e mar. Para os visitantes bala perdida é pura adrenalina no país do carnaval e do futebol.
Entretanto, se Lula da Silva é o “cara” da “esquerda herbívora”, inofensiva, festiva é estranho que ele viva em idílios políticos com Hugo Chávez, Fidel Castro, Evo Morales e demais ditadores que representam a fina flor da esquerda primata do Terceiro Mundo.
Parece que os caras lá de fora têm certa dificuldade em entender o Brasil e seu governante, percebendo apenas superfícies folclóricas e deixando de lado visões mais profundas sobre atitudes, comportamentos e ações que se desenrolam no país real em contraste com o país imaginário.
Sintomática a complacência internacional com o presidente da República e sua diplomacia tangida pelo chanceler de fato, Marco Aurélio Garcia, quando aqui é recebida a figura abjeta de Mahmoud Ahmadinejad, o perigoso fanático que persegue, prende, mata seus opositores; não tolera liberdade de pensamento, religiosa ou das minorias; viola direitos humanos; frauda eleições, apóia grupos terroristas, diz que o Holocausto não existiu e prega de forma obsessiva a destruição de Israel.
Essa figura daninha e monstruosa, rejeitada pelas potências ocidentais que temem que Ahmadinejad desenvolva a bomba atômica, foi agraciado com um convite do “filho do Brasil”, que afirmou que o receberia de braços abertos. No rastro dos salamaleques o ministro da Defesa, Nelson Jobim, afrontou o presidente israelense, Shimon Peres, quando da visita deste ao Brasil no último dia 11, ao dizer de forma arrogante que o Brasil fala com quem quiser.
Quem sabe o ministro da Defesa acredita no persa, quando esse hipocritamente afirma em sua carta dirigida “à grande nação brasileira” que é “defensor da justiça, da ternura e da paz no mundo. Por certo Jobim ignora que Ahmadinejad está estendendo cada vez mais sua influência sobre a América Latina, sobretudo, através da Venezuela e da Tríplice Fronteira onde estão bases operacionais do Hezbollah e de outros terroristas.
Muito “terna”, a besta-fera do Irã quando nega uma das piores manchas da humanidade, o Holocausto. Será que nosso “herbívoro”, que é a cara do país como ele mesmo disse certa vez, tem noção do que foi esse genocídio? Será que também nega as torturas, indignidades, horrores, mortes, tudo que foi infligido de mais pérfido aos homens, mulheres e crianças que cometeram o único “crime” de serem judeus?
Pode ser simplesmente que tudo isso seja indiferente ao cara porque apenas lhe interessa negócios com o Irã, o que faz lembrar o título de um filme passado há muitos anos: “De como aprendi a amar a bomba atômica”. Afinal, nós também enriquecemos urânio.
Possivelmente a visita de Ahmadinejad, a intromissão do Brasil em Honduras, o antiamericanismo e o antissemitismo do governo petista e seu achego a ditadores, não impedirão que os olhos do mundo Lula da Silva continue como um esquerdista “herbívoro” e cordial. Talvez, apenas a Itália não esteja gostando no momento de ser taxada de fascista pelo ministro da Justiça, Tarso Genro, mas se resignará a não receber de volta o terrorista Cesare Battisti.
Entretanto, para quem consegue observar certos sinais fica evidente que um processo cuidadosa e lentamente desenvolvido vai transformando a “esquerda herbívora” em “carnívora”. É que para alcançar ao poder mais alto da República o PT, em sua quarta tentativa, deixou de lado a linguagem virulenta, prometeu o paraíso aos ricos e aos pobres, vestiu seu “Lulinha paz e amor” de Armani e domesticou-lhe um pouco as maneiras. Uma vez no poder, uniu-se a gregos e troianos, esbanjou populismo, cooptou partidos e instituições, mandou às favas a ética, dominou o Congresso através de mensalões e outros “benefícios” e agora, chegando à reta final do segundo mandato, recrudesceu o ataque à imprensa e coroou seu domínio com a anulação do STF, conforme ficou demonstrado no caso do terrorista italiano.
Com isso, definitivamente, o PT se tornou um partido acima da lei e, assim, sem nenhum pejo, trouxe de volta ao seu alto comando notórios mensaleiros, devidamente abençoados pela candidata Rousseff. Afinal, corruptos são os outros.
Ao mesmo tempo, o PT retornou à idéia de Estado ampliado, do discurso requentado da esquerda revolucionária, da crítica ao neoliberalismo que tão bem praticou em sua fase “herbívora”. Não há dúvida de que se a dama de aço ganhar começará a fase “carnívora”.
E Lula corre o risco de ouvir de sua escolhida:
“Cale-se, você já ficou tempo demais, as rédeas estão conosco, agora é para valer”.
Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga mlucia@sercomtel.com.br
www.maluvibar.blogspot.com
quinta-feira, novembro 05, 2009
ASSIM NÃO PODE... ASSIM NÃO DÁ!!!
terça-feira, outubro 27, 2009
FAKES E PROBLEMAS NO (COM) ORKUT
Quantas vezes ouvimos os pais reclamarem dos filhos que mal chegam Hoje eu só consigo rir da nossa briguinha, mas na época eu tinha medo pela minha amiga.
Isso mesmo, senhores, são assustadores os números de membros em comunidades fakes.
O intuito não é querer sugar a vida de algum popstar ou pregar peças nas fãs que sonham em falar com seu ídolo (aliás, nem precisa ser tão famoso assim para ter a sua foto em perfis paralelos, basta ter um estilo diferente e que atraia a atenção).
Enquanto isso tudo não passa de uma diversão em dias de filmes ruins na Sessão da Tarde, está tudo uma maravilha.
Ninguém culpou diretamente as horas extras passadas em frente ao computador e as noites de sono desprezadas, mas hoje todas nós sabemos o quanto aquilo foi prejudicial. Eu, sinceramente, tenho vergonha.
A parte mais difícil é perceber que está na hora de largar, que já deu...
quinta-feira, outubro 15, 2009
DIA DO PROFESSOR (A)









